segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Never alone

(...)
E aprendi que se depende sempre
De tanta, muita, diferente gente
Toda pessoa sempre é as marcas
Das lições diárias de outras tantas pessoas

E é tão bonito quando a gente entende
Que a gente é tanta gente onde quer que a gente vá
E é tão bonito quando a gente sente
Que nunca está sozinho por mais que pense estar
(...)




sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Os livros e eu (3)

“Eu poderia ter o mesmo pai, a mesma mãe, ter freqüentado o mesmo colégio e tido os mesmo professores, e seria uma pessoa completamente diferente do que sou se não tivesse lido o que eu li.
Foram os livros que me deram consciência da amplitude dos sentimentos
Foram os livros que me justificaram como ser humano
Foram os livros que destruíram um a um meus preconceitos.
Foram os livros que deram vontade de viajar
Foram os livros que me tornaram mais tolerante com as diferenças.”

Martha Medeiros 



segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Médicos e médicos (3)

 O médico de antigamente era um herói romântico, vestido de branco. As jovens donzelas e as mulheres casadas suspiravam ao vê-lo passar... ele era um cavaleiro solitário que lutava contra a morte. Quem jamais ousaria pensar qualquer coisa de mal contra o médico? Hoje são comuns os processos por erros médicos por imperícia. Ser médico transformou-se num risco. Porque ninguém mais acredita na sua santidade... um dia fui ouvir uma palestra do Diretor do hospital da cidade de Princeton, nos EUA. Ele começou sua preleção com esta afirmação: ‘O hospital de Princeton é uma empresa que vende serviços’. Meu Deus! Eu pensei: ‘aquele médico não existe  mais’. E percebi que, agora, os médicos se encontram lado a lado com prestadores de serviço, os encanadores, os eletricistas, os vendedores de seguros, os agentes funerários, os motoristas de táxi. É só procurar na lista de classificados. A presença mágica já não existe. O médico é um profissional como os outros. Perdeu sua aura sagrada. E me veio, então, uma definição do médico compatível com a definição do diretor de Princeton: ‘um médico é uma unidade biopsicológica móvel, portadora de conhecimentos especializados, e que vende serviços’... acho que os médicos, hoje, são infelizes por causa disto: eles resolveram ser médicos por desejarem ser belos como o cavaleiro solitário, puros como o santo, e admirados como o feiticeiro. Era isso que estava dentro deles, ao tomarem a decisão de estudar medicina. E é isso que continua a viver na sua alma, como saudade... os médicos sofrem por saudade de uma imagem que não existe mais.


(Rubem Alves)

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Freedom


Se existe vegonha alheia, também deve existir o orgulho alheio.

Go Egypt.

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